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Ponto G e o Orgasmo feminino.

Posted by admin on Jan 24, 2011 in Adversidades, Universitários

“Ponto de Gräfenberg”

O que significa isso?

É o famoso e polêmico Ponto G feminino, ele existe ou não?Será apenas um mito?

Gräfenberg foi o estudioso que falou a primeira vez sobre o ponto G, que é uma verdadeira caça ao tesouro para os homens no momento da relação sexual com suas parceiras.

“O ponto G ou ponto de Gräfenberg é uma pequena área na mulher atrás do osso púbico perto da canal da uretra e acessível através da parede anterior da vagina. Tendo assumido que uma zona erógena é aquela que quando estimulada conduz a elevados níveis de excitação sexuais e ao orgasmo.[1]” (Wikipédia, 24/01/2011.)

Na verdade existe muita especulação sobre a veracidade do tal ponto, aquela coisa ciência X senso comun X história que o povo conta…Enfim para aqueles e aquelas que acreditam, o ponto G varia de mulher para mulher, normalmente situa-se logo abaixo do osso púbico, profundamente na parede anterior da vagina, entre sua abertura e o colo do útero.

Complicado né?

Para descomplicar, a mulher precisa estar relaxada, para poder se envolver na relação ficando excitada facilitando para que a vagina fique bem lubrificada e inchada no ponto G, que pode ser percebido de 2 a 3cm da entrada da vagina com uma pequena saliência enrugada.

Segundo a enciclopédia, com a mulher deitada com a barriga para cima poder-se-á penetrá-la com o dedo médio e a palma da mão virada para o clitóris: A ponta do dedo deverá então estar tocando o ponto G, onde sentirá uma área mais rugosa ou áspera que o normal, podendo vir a ser duro também devido à excitação feminina. Ao ser estimulado, inicialmente, a mulher poderá sentir vontade de urinar, mas se a estimulação é continua, pode ser sexualmente prazeroso.

Abaixo segue alguns vídeos sobre o post encontrados na internet:
Ponto G

Orgasmo Feminino

 
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Ejaculação precoce.

Posted by admin on Jan 29, 2009 in Adversidades, Universitários

Ejaculação precoce (EP) nos tempos de universidade é uma coisa normal, pode se dizer que dentro dos padrões, esse assunto é 40% das queixas em consultórios no país, segundo fontes do ABC da Saúde.

A adrenalia e o prazer nessa fase de juventude é um fato consumado, que possa levar a essa ejaculação precoce, tudo acontece muito de acordo com o momento, as vezes oportuno e outras vezes não, alguns momentos existem riscos externos que influênciam uma “ficada” ou uma “pegada”, são diversos fatores que podem acarretar esse problema, que talvez nem chegue a ser um problema, e mesmo que seja ou se torne existe cura.

Toda essa problematica se dá devido a ansiedade e nervosismo na hora “H”, mas caso isso aconteça continuamente e você também já não mais um “jovenzinho” procure orientação médico, para começar um tratamento.

Mas é necessário também que exista um bom senso dos homes, o fator tempo já não é mais um parametro de base, para afirmar se a ejaculação foi precoce ou não. O termo precoce pode se dar a ejaculação não programada pelo homem ou fora do tempo médio que ele queria, por isso que muitas vezes o médicos dizem que esse fator é psicológico.

Alguns homens depois de 15 a 25 minutos de penetração ejaculam e fala que é precoce, não que seja isso, mas ele queria que tivesse uma duração maior do ato até que podesse chegar ao ponto máximo de prazer.

Enfim, algumas coisas as pessoas criam em suas mentes, agora caso esteja atrapalhando sua vida e seu relacionamento, você acha que é serio! Procure ajuda médica.

Eles normalmente irão indicar psicoterapia e remédios, os dois ao mesmo tempo ou não.

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Toda mulher sangra na primeira vez?

Posted by admin on Jan 29, 2009 in Adversidades, Universitários

Toda mulher sangra na primeira vez?

Você universitário, que acessa o Blog do Universitário com freqüência, possui um namoro que o casal é virgem ou então só a moça, e fica aquela dúvida se vai sangrar ou se vai doer na primeira vez!

Doer é fato, a grande maioria das mulheres sentem dor na primeira relação sexual com o seu parceiro, devido a tensão do momento, a inexperiência, a não lubrificação dos órgãos genitais e diversos outros motivos. Um confusão psicológica total.

Sobre sangrar a na primeira vez é um assunto mais delicado, tanto para o homem quanto para mulher. Pois a sociedade possui ainda um pensamento medieval, associando o sangramento como sinônimo de virgindade, isso está errado! O sangramento na primeira relação tem variação de mulher para mulher.

Algumas sangram na primeira vez, outras na segunda, na terceira, outras nem sangram ou vão sangrar muito tempo depois. Tudo isso é devido a elasticidade do hímen que fica na vagina da mulher, ele varia tanto em termo de formato como de elasticidade. Os hímens que são pouco elásticos tendem a se romper na primeira vez e os mais elásticos ou complacentes permitem a passagem do pênis e ficam intactos

Em uma simples consulta o médico pode falar o formato do hímen.

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É possível engravidar na primeira vez?

Posted by admin on Jan 26, 2009 in Adversidades, Uncategorized

Reportagem na integra por G1:

“Sim, é possível. Não só na primeira, mas na segunda, na terceira, na quarta e em qualquer relação sexual que ocorra de forma desprotegida”, explica a ginecologista especialista em adolescentes e adultos jovens, Arlete Gianfaldoni, doutora assistente do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Não há mistério. Sexo sem anticoncepcional e sem camisinha pode engravidar, mesmo que você seja virgem. Aliás, se você for virgem, o risco de engravidar pode até ser maior, alerta a médica.

“Pesquisas científicas mostraram que um alto nível de estresse altera o equilíbrio hormonal da mulher. Ou seja, ela pode ficar mais fértil. Muitas vezes, a primeira relação sexual causa ansiedade e isso pode deixá-la até mais propensa a uma gravidez”, explica Arlete.

Outro fator que aumenta o risco de gravidez na primeira relação é um “truque” do nosso organismo que foi herdado de nossos ancestrais. Quando a mulher está ovulando, ela sente um desejo sexual maior. “Muitas meninas têm a sua primeira relação exatamente quando estão ovulando. Isso por que o hormônio estrogênio atinge seu auge e aumenta a libido”, conta a médica.

Por isso, nada de dar bobeira. Quem quer iniciar a vida sexual precisa ter um encontro marcado – com um ginecologista! Só o médico (ou a médica) vai saber indicar qual a melhor forma de contracepção para cada mulher. A consulta também é uma excelente maneira de conhecer o próprio corpo.

“A grande maioria das meninas só aparece no ginecologista depois da primeira vez – e, geralmente, quando já deu alguma coisa errada. Ou elas estão com medo de terem engravidado ou estão com alguma infecção”, conta Arlete.

O certo é ir antes, ainda virgem mesmo. “A consulta em meninas virgens é externa e é muito importante para que ela se conheça. Mesmo as jovens que parecem mais bem informadas se surpreendem na primeira consulta”, garante a médica.

Não importa o anticoncepcional escolhido, a camisinha, masculina ou feminina (as duas juntas, nunca!), é indispensável. “Os jovens são o principal grupo de risco das doenças sexualmente transmissíveis. A camisinha evita não apenas a Aids, mas uma série de doenças – como a clamídia, que causa esterilidade”, alerta a ginecologista.

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Ensino Superior Prematuro.

Posted by admin on Dec 18, 2008 in Adversidades, Universitários

Juiz autoriza matrícula de aluna que não completou ensino médio

Fonte: TJGO e Jurid Digital

O juiz Sérgio Mendonça de Araújo, da 12ª Vara Cível de Goiânia, concedeu liminar à estudante Natália Bianchini de Souza, aprovada no vestibular da Universidade Católica de Goiás (UCG), para o curso de Educação Física sem apresentar o certificado de conclusão do segundo grau.

Apesar de Natália ter feito apenas o primeiro ano do segundo grau, o juiz entendeu que, com a aprovação, a estudante demonstrou possuir aptidão e nível de conhecimentos suficientes para fazer o curso de Educação Física, além de poder conciliar as aulas do segundo grau com as da Universidade.

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Funk é Cultura.

Posted by admin on Dec 18, 2008 in Adversidades, Universitários

Para os universitários que gostam de uma balada, vai ai uma novidade!! Foi apresentada uma proposta de lei, no qual define o Funk como uma forma de manifestação cultural popular. Projeto de Lei 4124/08.

Segundo matéria do Jurid Publicações Eletrônicas:

Chico Alencar enfatizou que o movimento funk é hoje, no País, uma atividade de lazer e cultura popular das mais importantes, reunindo mais de 1 milhão de jovens todos os fins de semana, apenas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. “Entre cantores, MC’s, grupos de dançarinos e DJ’s cariocas renomados, estima-se haver atualmente mais de mil em atividade conhecidos no País e, alguns deles, até no exterior”, informou.

Pela proposta, o Poder Público deverá garantir a proteção do funk e dos direitos dos artistas do movimento – reconhecidos como agentes da cultura popular. Deverá ser assegurada a livre realização das festas e dos bailes para sua promoção. O projeto define também que a discriminação e o preconceito contra o movimento funk e seus integrantes estarão sujeitos às penas previstas em lei.

Na minha opinião, concordo que esse ritmo musical também tenha que ser respeitado, é cultura sim! Mesmo sofrendo vários preconceitos, efeitos de letras musicais mais depravadas que outras, mas é fato consumado! Como se canta: “cada um no seu quadrado” cada comunidade, bairro, grupo, favela, possui seu nível cultural particular.

Enfim, alguns estilos começam a engrenar e fazer sucesso como tudo na vida, aquilo que sobe rapidamente cria inveja de outras pessoas, nesse caso de artistas principalmente! É necessário que haja discernimento das coisas e que cada um vivencie aquilo que gosta, isso que é o importante.

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